31 de agosto de 2012
29 de agosto de 2012
Rir e Chorar
Não era muito mais giro se os bebés nascessem com o reflexo de rir?
Claro que era... mas ando há dias a tentar convencer-me de que há uma boa razão para os recém nascidos conseguirem chorar aos berros em vez de rirem que nem uns 'tontinhos'.
Rir vai ajudá-los na integração social quando forem maiores, mas chorar é fundamental para a sua sobrevivência desde o seu primeiro dia!
Depois de escrito pode ser que eu consiga finalmente 'encaixar' a ideia no coração da minha cabeça.
♥
27 de agosto de 2012
O pai foi trabalhar...
E isto para primeiro dia sozinhas correu muito bem! Espero que seja um sinal de que vou ficar muito bem com o meu coraçãozinho nos próximos meses...
Estava cheia de medo dos chorinhos que de vez enquando oiço.
Estava cheia de medo dos chorinhos que de vez enquando oiço.
♥
24 de agosto de 2012
Ursa Ana
Em pequenas nunca tivemos o hábito de escrever uma à outra, gostávamos mesmo era de estar horas à conversa! Desde que "ficámos grandes" que não temos o mesmo tempo. Sinto que a vida tomou conta do nosso tempo e os dias são uma sucessão de coisas (planeadas e inesperadas) que não param de acontecer sem nós conseguirmos controlar! Às tantas descobrimos que podíamos trocar emails para combater a falta que fazemos uma à outra.
Agora sinto que vivo a vida de três em três horas e nunca sei em que dia estou. A maior parte dessas três horas continuam a ser preenchidas não só com as obrigações e tarefas que já faziam parte dos meus dias, mas também com novas obrigações e tarefas que aprendi a incluir na minha vida. Agora já não vivo as "minhas" três horas como quero... vou conseguindo viver dois ou três minutos muito de vez enquanto e nunca é bem como quero.
"A minha vida é um filme dás-me a tua?"Imagino que sintas que tens apenas três ou quatro horas do dia que são todas tuas e as quais tentas viver com a maior intensidade para compensar as outras vinte que são gastas em tarefas e obrigações. Era mais ou menos a vida que conhecia até à Maria nascer...
Agora sinto que vivo a vida de três em três horas e nunca sei em que dia estou. A maior parte dessas três horas continuam a ser preenchidas não só com as obrigações e tarefas que já faziam parte dos meus dias, mas também com novas obrigações e tarefas que aprendi a incluir na minha vida. Agora já não vivo as "minhas" três horas como quero... vou conseguindo viver dois ou três minutos muito de vez enquanto e nunca é bem como quero.
A tua vida é um filme... mas ainda queres a minha? ♥
18 de agosto de 2012
Resultado
Esperei uns dias para poder dizer "estou de férias"! Isto está mesmo a acontecer...
A única semelhança entre o que estamos a experiênciar e as férias que nós conheciamos até agora são os mergulhos cinco minutos (à vez)...
A única semelhança entre o que estamos a experiênciar e as férias que nós conheciamos até agora são os mergulhos cinco minutos (à vez)...
Para o ano que vem isto ainda vai ser mais giro ♥
15 de agosto de 2012
Experiência
Vamos fazer uma experiência! Começou logo de manhã e está a ser surreal... Já tive que conseguir por tudo o que um baby de um mês precisa numa malinha minúscula! Acho que isto nos vai fazer bem...
♥
11 de agosto de 2012
9 de agosto de 2012
O parto (a operação ao bebé)
O que vale é que foram vinte minutos... No meio daquela confusão toda quando me foram buscar (sem o meu consentimento) lembro-me de enviar uma mensagem à minha mãe a dizer "cesariana" e eram 17h55. Depois disso na sala de parto eu ainda nem tinha visto a Maria (sim não se vê nada...), só a tinha ouvido a chorar e uma voz perguntou que horas são e teve como resposta "18h23"!
Não me lembro exactamente de tudo, tenho uma vaga ideia... parece que aquilo tudo não aconteceu mesmo. Na sala de partos o ambiente é muito descontraído, estávamos a ouvir rádio, os médicos estavam a discutir quem é que cantava as músicas e uma médica contava uma peripécia de quando tinha ido deixar a filha à escola naquela manhã. Não senti nada, aliás parecia que eu era de borracha e via o meu tronco a abanar. Percebi que alguém se meteu em cima da minha barriga para fazer força , o médico disse "daqui a bocado já temos a Maria" e logo a seguir ouvi chorar.
Vieram-na trazer (ainda toda cheia de 'ranho verde') e encostaram a cabeça dela à minha boca para dar um beijinho de segundos! Levaram-na logo para fazer testes, limpar e vestir. Voltaram a trazê-la já toda embrulhada numa mantinha e ficou uns minutos (maravilhosos) ao lado da minha cara e do pai, enquanto a enfermeira (com quem gritei na véspera) nos tirava umas fotografias com o meu telemóvel (acho que me desculpou).
Não me lembro exactamente de tudo, tenho uma vaga ideia... parece que aquilo tudo não aconteceu mesmo. Na sala de partos o ambiente é muito descontraído, estávamos a ouvir rádio, os médicos estavam a discutir quem é que cantava as músicas e uma médica contava uma peripécia de quando tinha ido deixar a filha à escola naquela manhã. Não senti nada, aliás parecia que eu era de borracha e via o meu tronco a abanar. Percebi que alguém se meteu em cima da minha barriga para fazer força , o médico disse "daqui a bocado já temos a Maria" e logo a seguir ouvi chorar.
Vieram-na trazer (ainda toda cheia de 'ranho verde') e encostaram a cabeça dela à minha boca para dar um beijinho de segundos! Levaram-na logo para fazer testes, limpar e vestir. Voltaram a trazê-la já toda embrulhada numa mantinha e ficou uns minutos (maravilhosos) ao lado da minha cara e do pai, enquanto a enfermeira (com quem gritei na véspera) nos tirava umas fotografias com o meu telemóvel (acho que me desculpou).
A verdade é que foram os vinte minutos mais rápidos da minha vida! E logo a seguir tive no recobro duas das melhores horas da minha vida com o ♥ !
6 de agosto de 2012
1 mês
Parabéns! Ter um bebé é maravilhoso... uma experiência que me faz rir, chorar e me deixa com 'olhinhos de espanto', tudo ao mesmo tempo!
Neste primeiro mês descobri que nem sempre há uma solução para ajudar um bebé que chora e que estava à espera de 'trazer para casa' um bebé de três meses e não um recém-nascido...
Neste primeiro mês descobri que nem sempre há uma solução para ajudar um bebé que chora e que estava à espera de 'trazer para casa' um bebé de três meses e não um recém-nascido...
Afinal o ♥ ainda nem sorri para mim...
3 de agosto de 2012
Photo a day July
No início de Julho senti a necessidade de me entreter enquanto a agitação não chegava aos meus dias e vivi a "correr" tudo o que podia! Ainda bem... porque realmente agora a Maria não me deixa tempo para (quase) mais nada!
Tal como me acontece sempre não me mentalizei para a mudança na rotina dos meus dias. Confesso que devo ter chegado a achar que quase nada mudava... e afinal "tudo" mudou!
Com isto tudo a acontecer usei o blog para sair do meu mundinho cinco minutos diariamente com o "photo a day challenge"!
Este mês não vou "brincar" ao "photo a day challenge" mas prometo que vou deixando fotografias sempre que conseguir! Gostava mesmo de tirar uma fotografia todos os dias, mas (acreditem ou não) nem sempre tenho tempo.
Tal como me acontece sempre não me mentalizei para a mudança na rotina dos meus dias. Confesso que devo ter chegado a achar que quase nada mudava... e afinal "tudo" mudou!
Com isto tudo a acontecer usei o blog para sair do meu mundinho cinco minutos diariamente com o "photo a day challenge"!
Este mês não vou "brincar" ao "photo a day challenge" mas prometo que vou deixando fotografias sempre que conseguir! Gostava mesmo de tirar uma fotografia todos os dias, mas (acreditem ou não) nem sempre tenho tempo.
Etiquetas:
Coração
31 de julho de 2012
30 de julho de 2012
29 de julho de 2012
28 de julho de 2012
27 de julho de 2012
...
Advinhem lá quem é que me disse isto...
A última vez que os vi foi quando os encontrei!
Isto a propósito dos óculos de sol ♥
26 de julho de 2012
O parto (o dia)
Então lá fiquei (na véspera) internada e ligada ao CTG, a controlar o batimento cardíaco do bebé. Foram horas com aquela máquina a fazer barulhos e "apitozinhos" aos meus ouvidos, parece que ainda consigo ouvir o "tim tim tim"... horrível! Nessa noite consegui dormir umas horas e ainda bem porque ainda não eram 8h e começarem a entrar e sair do quarto sem parar enfermeiros, auxiliares e o médico.
Lá me puseram aquelas coisas todas ligadas às veias para induzir o parto (julgo que com a tão famosa oxitocina). Continuei ligada ao CTG e lá para as 11h já sentia contracções com dor. O médico foi-me lá ver às 12h e disse "ainda vai demorar". O enfermeiro às tantas vê-me aflita com as dores e diz "quando quiser epidural diga... não é para estar em sofrimento". Claro que eu maricas como sou disse que então queria já. Volta o médico e diz "não podemos dar epidural sem dilatação... vai ter que aguentar as dores". E lá fiquei eu até as 17h nesta história do "não há dilatação, não há epidural..., tens que aguentar!".
Entretanto, já na véspera quando falei com a minha enfermeira ao telefone e lhe disse que ia ficar internada blablabla, ela disse logo nas entrelinhas "não somos menos mães quando é uma cesariana...", e muitos outros enfermeiros que entravam no quarto para me observar diziam "isto se calhar tem de ser cesariana". Eu continuava na minha cabeça a não aceitar esta ideia e achava que a qualquer momento a coisa se dava muito naturalmente (depois de estar um dia inteiro com a oxitocina...), cada vez que o médico me vinha ver eu achava "isto vai ser já de repente de certeza".
Então às 17h o médico foi ao quarto conversar comigo e explicar que cada vez que eu sentia uma contracção o coração da Maria baixava o ritmo cardíaco para os 90 batimentos e que não podiam arriscar horas (até se dar a dilação completa). Com isto o que ele me queria dizer é que o melhor seria fazerem uma cesariana para a bebé não estar em sofrimento. Oh... eu tinha aquela ideia fixa na cabeça do parto normal, ninguém me convencia do contrário. Disse-lhe que não queria, ele lá se foi embora e disse que voltava às 18h.
E eu continuava a achar que às 18h já ia estar tudo bem... não percebo até agora porque é que não me preparei para a cesariana quando tudo me indicava que era isso que ia acontecer!
Lá voltou o médico às 18h com a mesma conversa dos batimentos... e eu lá voltei a dizer que esperava mais um bocado blablabla. Mas não tive hipótese ele pergunta logo ao pai "vai assistir?" e vai lá fora do quarto (provavelmente fazer sinal) e volta cheio de enfermeiros e auxiliares vestidos com aquelas batas verdes e toucas das operações! Eu continuava a dizer que não queria. Começam a levar-me e eu começo a chorar como se o mundo fosse acabar!
Ah! no meio disto tudo a enfermeira que me prestava auxilio e me confortava a dizer que ia ficar tudo bem, era a mesma com quem eu tinha gritado na véspera... que vergonha! (Acabei por lhe pedir desculpa por ter falado mal com ela...)
Lá me puseram aquelas coisas todas ligadas às veias para induzir o parto (julgo que com a tão famosa oxitocina). Continuei ligada ao CTG e lá para as 11h já sentia contracções com dor. O médico foi-me lá ver às 12h e disse "ainda vai demorar". O enfermeiro às tantas vê-me aflita com as dores e diz "quando quiser epidural diga... não é para estar em sofrimento". Claro que eu maricas como sou disse que então queria já. Volta o médico e diz "não podemos dar epidural sem dilatação... vai ter que aguentar as dores". E lá fiquei eu até as 17h nesta história do "não há dilatação, não há epidural..., tens que aguentar!".
Entretanto, já na véspera quando falei com a minha enfermeira ao telefone e lhe disse que ia ficar internada blablabla, ela disse logo nas entrelinhas "não somos menos mães quando é uma cesariana...", e muitos outros enfermeiros que entravam no quarto para me observar diziam "isto se calhar tem de ser cesariana". Eu continuava na minha cabeça a não aceitar esta ideia e achava que a qualquer momento a coisa se dava muito naturalmente (depois de estar um dia inteiro com a oxitocina...), cada vez que o médico me vinha ver eu achava "isto vai ser já de repente de certeza".
Então às 17h o médico foi ao quarto conversar comigo e explicar que cada vez que eu sentia uma contracção o coração da Maria baixava o ritmo cardíaco para os 90 batimentos e que não podiam arriscar horas (até se dar a dilação completa). Com isto o que ele me queria dizer é que o melhor seria fazerem uma cesariana para a bebé não estar em sofrimento. Oh... eu tinha aquela ideia fixa na cabeça do parto normal, ninguém me convencia do contrário. Disse-lhe que não queria, ele lá se foi embora e disse que voltava às 18h.
E eu continuava a achar que às 18h já ia estar tudo bem... não percebo até agora porque é que não me preparei para a cesariana quando tudo me indicava que era isso que ia acontecer!
Lá voltou o médico às 18h com a mesma conversa dos batimentos... e eu lá voltei a dizer que esperava mais um bocado blablabla. Mas não tive hipótese ele pergunta logo ao pai "vai assistir?" e vai lá fora do quarto (provavelmente fazer sinal) e volta cheio de enfermeiros e auxiliares vestidos com aquelas batas verdes e toucas das operações! Eu continuava a dizer que não queria. Começam a levar-me e eu começo a chorar como se o mundo fosse acabar!
Ah! no meio disto tudo a enfermeira que me prestava auxilio e me confortava a dizer que ia ficar tudo bem, era a mesma com quem eu tinha gritado na véspera... que vergonha! (Acabei por lhe pedir desculpa por ter falado mal com ela...)
25 de julho de 2012
Não estava à espera disto...
Só passaram três semanas e entrei dentro de uns calções do tamanho que vestia antes de me ter transformado na Fiona!! Estou surpreendida, julgava que só passados três meses é que ficava próxima do formato da minha pessoa.
Mas... (há sempre um mas) tenho "imensas barrigas a sair por fora"! Não acreditem em milagres.
Isto é assustador porque cria a expectativa em mim de que mais uma semana e estou impecável!
Coisa que não vai acontecer ♥
Isto é assustador porque cria a expectativa em mim de que mais uma semana e estou impecável!
Coisa que não vai acontecer ♥
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